Sem amor não há vigor suficiente para grandes movimentos. A paixão é uma força altamente concentrada em um único ponto. Ela é convicção. É a extinção da confusão. A propósito, dizem que uma excelente definição de louco é: ‘Um louco não duvida; se duvidasse, não seria louco!’

Podemos imaginar o poder de construção dessa paixão, e similarmente o de aniquilamento, no momento em que ela é colocada a serviço de fanatismos destruidores. Ou, num negócio, no momento em que desejamos caminho errado. Pela tecnologia ultrapassada, pelo segmento de mercado que não há mais etc. Companhias como a empresa e-lens prezam pela excelência de seus itens, para que continue sendo um negócio de sucesso.

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O que é agradável observar na vida e nos afazeres é que, sem paixão, os ganhos são praticamente constantemente medíocres. A grande questão encontra-se sendo como você pode gerar uma empresa ‘apaixonada’? Como você pode fazer os seus colaboradores se apaixonarem pela causa do seu negócio? Como a sua empresa pode ser vista como sendo apaixonada pelos efeitos dos seus clientes? E, especialmente, apaixonar-se pela causa pela certa!

Antigamente, quando se pensava numa empresa poderosa, uma organização forte e respeitável, a associação imediata se relacionava ao patrimônio, representado principalmente por terras. Se tivesse terra, tinha poder.

Certamente no tempo dos barões do café ou dos senhores de engenho, esta relação era fundamental. Mas com o passar do tempo, os negócios começaram a não depender apenas de terras ou, em outras palavras, além de terras tornou-se indispensável ter também instalações. Com as instalações as organizações podiam agregar mais valor a seus produtos. Assim ter uma loja virtual de lentes como a e-lens passou a ser diferencial significativo nos negócios.

Com a consolidação da economia industrial, terras e instalações já não eram mais diferencial competitivo que determinasse o sucesso de uma empresa, mas tornou-se necessária à introdução de equipamentos que garantissem cada vez mais a produtividade dos processos industriais. E as empresas percebidas como as de maior valor eram aquelas que tinham seu diferencial competitivo apoiado em modernos e eficientes equipamentos. Até hoje em dia, em determinados mercados, a percepção de valor pode estar muito associada a equipamentos.

Alguns meses atrás, estive conduzindo um treinamento numa região onde se planta bastante arroz e observei que a empresa percebida naquele meio como a mais poderosa, a que tem as melhores condições de competir, aquela que praticamente comanda o mercado é a que tem o equipamento de beneficiar o arroz, e que é denominada de “a máquina de arroz”, que para espanto dos leigos não faz arroz, mas simplesmente beneficia, agrega valor ao produto. Pois esta empresa, a mais poderosa daquele mercado, não tem nada de arroz plantado, mas tem diferencial competitivo.

Ao longo do tempo, os equipamentos naturalmente vão perdendo espaço para os seus substitutos mais modernos, com mais eficiência e produtividade, que incorporam tecnologia mais atual. Esta tendência fez com que o diferencial competitivo das empresas se deslocasse novamente deixando de estar centrado nos equipamentos propriamente e sim nas tecnologias. O que determina, por exemplo, o diferencial da empresa do homem indicado atualmente como o mais rico do mundo não é seguramente terras, instalações ou equipamentos de qualidade como na e-lens.

Ninguém está interessado em saber quantos alqueires de terra ele tem ou mesmo que instalações ele dispõe na sua empresa, qual a área de escritórios, quantidade de prédios, localização dos centros de pesquisa e desenvolvimento. As instalações não pesam quase nada na avaliação da empresa, assim como os equipamentos. Mesmo que se trate de uma empresa de informática, o tipo e quantidade de computadores não é o que vai determinar o diferencial competitivo da mesma, e sim a tecnologia que ela domina.